David Seamon
Mais em ‘Autores‘:
- AbdouMaliq Simone;
- Antonio Negri;
- Alberto Pérez-Gómez;
- Andrea Brighenti;
- Allen Carlson;
- Arnold Berleant;
- Asef Bayat;
- Baruch Spinoza;
- Ben Anderson;
- Bruno Latour;
- David Bissell;
- David Howes;
- Deleuze Gilles;
- Deleuze & Guattari;
- Derek P. McCormack;
- Edward Casey;
- Edward Soja;
- Félix Guattari;
- Francesc Muñoz;
- Frédéric De Matteis;
- Gérard Genette;
- Gernot Böhme;
- Guimarães Rosa;
- Henri Lefebvre;
- Ignasi de Solà-Morales;
- Isabele Stengers;
- Jeffrey Hou;
- Jim Drobnick;
- Juhani Pallasmaa;
- Karen A. Franck;
- Kathleen Stewart;
- Kevin Lynch;
- Maurice Merleau-Ponty;
- Maurizio Lazzarato;
- Michael Hardt;
- Michel de Certeau;
- Nigel Thrift;
- Pál Pelbart;
- Peter Sloterdijk;
- Peter Zumthor;
- Pierre Janet;
- Raquel Ladislau;
- Rob Kronenburg;
- Rogério Haesbaert;
- Rogério Proença Leite;
- Sara Ahmed;
- Stavros Stavrides;
- Steven Connor;
- Tim Edensor;
- Timothy Choy;
- Tommaso Griffero;
- Victor Turner;
David Seamon é um geógrafo e pesquisador americano conhecido por seu trabalho pioneiro em geografia humanista e fenomenologia do lugar. Professor Emérito de Estudos de Comportamento Ambiental e Lugar no Departamento de Arquitetura da Kansas State University, ele é uma das principais vozes na compreensão fenomenológica da experiência ambiental e da formação do lugar. Seamon foi orientado pela geógrafa humanista Anne Buttimer e tornou-se referência na integração entre geografia, arquitetura e filosofia fenomenológica. Sua pesquisa examina como as pessoas experienciam e habitam lugares por meio de corpo, movimento e percepção. Ele defende que o espaço construído molda e é moldado pelas práticas de vida cotidiana, uma perspectiva fundamental para o design centrado no ser humano. Entre seus livros mais influentes estão A Geography of the Lifeworld: Movement, Rest, and Encounter (1979), que introduziu o conceito de “geografia do mundo vivido”, e Life Takes Place: Phenomenology, Lifeworlds, and Placemaking (2018). Também editou Dwelling, Seeing, and Designing (1993) e Goethe’s Way of Science (1998). Seus trabalhos são amplamente utilizados em estudos de lugar, psicologia ambiental e arquitetura fenomenológica. Ao longo de mais de quatro décadas de ensino e pesquisa, Seamon influenciou gerações de estudiosos interessados em compreender o papel da experiência humana na formação do ambiente construído. Ele continua ativo publicando ensaios e edições do Environmental & Architectural Phenomenology, promovendo o diálogo entre fenomenologia, design e geografia humanista.
Referências:
Seamon, D. (2000). A way of seeing people and place: Phenomenology in environment-behavior research. In S. Wapner et al. (Eds.), Theoretical perspectives in environment-behavior research (pp. 157–178). Springer.
Seamon, D. (2018). Life takes place: Phenomenology, lifeworlds, and placemaking. Routledge.






































































































































































































































































































































