Paratexto
- Door-Step;
- Entre-meio (in-between);
- Espaço limiar (threshold space);
- Espaço de mediação;
- Espaços residuais criativos;
- Entre lugar;
- Espaços heterotópicos;
- Idiocia;
- Intersticio;
- Instituições Móveis e Nômades;
- Liminalidades urbanas;
- “O entre” (em alemão, das Zwischen);
- Terceira margem;
- Rizoma;
- Espaços intervalares;
- Intersticialidades sociais;
- Heterocronias urbanas;
- Topologias liminares;
- Infra-espacios;
- Entre-corpos;
- Espaços de indisciplina;
- Fendas urbanas;
- Temporalidades porosas;
- Microfronteiras;
- Borda;
- Limite;
- Fronteira;
O paratexto, conceito originalmente formulado por Gérard Genette na teoria literária, refere-se aos elementos marginais que circundam um texto — prefácios, capas, notas, margens — e que condicionam sua recepção. Reinterpretado no campo urbano-arquitetônico, o paratexto pode ser entendido como os dispositivos periféricos e mediadores que, sem constituírem o espaço principal, moldam sua experiência sensível, sua legibilidade e suas formas de apropriação.
Relaciona-se ao urbanismo menor ao iluminar micropráticas infraordinárias e sinais marginais — grafites, inscrições, mobiliário informal, gestos cotidianos — que funcionam como molduras do espaço urbano não reconhecidas pelo urbanismo hegemônico; às atmosferas espaciais, por abarcar aquilo que condiciona o sensível — luz, som, cheiro, textura — operando como uma camada periférica que intensifica ou altera a experiência; e aos in-between spaces, por constituir interfaces liminares entre categorias (público/privado, institucional/doméstico, fixo/provisório), permitindo mediações e usos híbridos.
Referências:
Em breve.
Conceitos relacionados:






















































































































































































































































































